Jornalistas Concurseiros: Orgulho de ser jornalista concurseiro

sábado, 21 de maio de 2011

Orgulho de ser jornalista concurseiro

Todas as profissões  têm barreiras que parecem intransponíveis. Na profissão de jornalista a realidade não é muito diferente das outras. Salários baixos, desvalorização do profissão e baixa empregabilidade na iniciativa privada são motivos que tem direcionado muitos jornalistas, principalmente recém-formados, a procurarem uma luz ao sol no serviço público.

O Estado sempre foi e será o maior empregador, pois quem tem mais clientes que essa organização? Por esta razão, ele sempre contratará mão-de-obra. E a maneira mais democrática e transparente é por meio de concurso público. Neste ano, em razão dos cortes de gasto do Poder Executivo federal, as seleções públicas diminuíram bastante, mas não tenha dúvida que logo haverá inúmeros editais publicados. Então, a dica é estudar. Além disso, os cortes do governo da presidenta Dilma Rousseff (PT) não afetaram o Poder Judiciário da União e dos Estados, os governos estaduais e municipais.

É notório que jornalista gosta de retratar o cotidiano das pessoas, ao mesmo tempo em que sente um certo desconforto em falar da sua própria realidade. Quem fala do outro, deveria possuir a capacidade intelectual de discutir a si próprio. Indiscutivelmente, concurso público é a melhor saída para qualquer pessoa que deseja a tão sonhada estabilidade e para conquistá-la é preciso ser aprovado e convocado a tomar posse do cargo. Além de passar pelo estágio probatório – três anos. O principal requisito para que isso ocorra é estudar, estudar e estudar.

Não há outra possibilidade de conquistar uma vaga, se não for pelos estudos. Mas muitos jornalistas acham que não precisam estudar para ser aprovado. Como atua na produção ou acompanha o noticiário com afinco, muitos acreditam possuírem todo conhecimento necessário para conseguir aprovação naquele sonhado concurso. A síndrome de que sabe tudo atinge, principalmente, jornalistas que já tem um bom tempinho de estrada.

Tenha coragem de assumir que é um jornalista concurseiro!

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